Os moradores da freguesia de Marvila, em Lisboa, protestaram esta manhã contra a degradação de edifícios municipais. A vigília aconteceu em frente à Câmara Municipal.
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Movimento de Associações e Comissões de Moradores contra a renda apoiada/arrendamento apoiado
Os moradores da freguesia de Marvila, em Lisboa, protestaram esta manhã contra a degradação de edifícios municipais. A vigília aconteceu em frente à Câmara Municipal.
A cultura de arrogância e de incompetência na gestão de fogos de habitação social da Câmara Municipal de Lisboa, é tão grande ou superior à cultura de arrogância do IHRU na gestão de fogos de habitação social...
ResponderEliminarA comunicação social, por vezes, quando se refere à freguesia de Marvila, o faz de uma forma errada:
ResponderEliminarA freguesia de Marvila, é constituída por diferentes bairros, sendo que Marvila, não é um bairro, nem existe o Bairro de Chelas.
Marvila é o nome da freguesia e Chelas, é um nome popular que foi adoptado durante muitos anos pelos moradores da freguesia, sendo que Marvila, foi sempre o nome da freguesia, desde a fundação da cidade de Lisboa, pelo Rei D. Afonso Henriques.
Como tal,, não existe o Bairro de Marvila, nem o Bairro de Chelas, mas sim, o Bairro do Condado; o Bairro dos Alfinetes; o Bairro das Salgadas; o Bairro das Amendoeiras; o Bairro dos Lóios; o Bairro da Flamenga; o Bairro do Armador; o Bairro Vale Fundão, o Bairro Marquês de Abrantes, a Zona de Braço de Prata, a Zona da Bela Vista e a zona de Marvila Antiga.
Alguns desses bairros, tiveram os seus nomes reestruturados:
O Bairro do Condado, é a antiga Zona J de Chelas, o Bairro das Amendoeiras, é a antiga Zona I de Chelas, o Bairro dos Lóios, é a antiga Zona N2 de Chelas e o Bairro da Flamenga, é a antiga Zona N1 de Chelas.
Marvila conheceu diferentes fases na sua história:
Primeiro, foi a fase da entrega dos respectivos terrenos por D. Afonso Henriques, às ordens religiosas, depois, foi a fase das quintas de veraneio da velha aristocracia, posteriormente, a fase da industrialização da zona de Braço de Prata, de seguida, a construção de barracas por pessoas vindas de zonas interiores do país e que trabalhavam nas fábricas de Marvila e após o 25 de Abril de 1974, a fase das diferentes etapas de realojamento das pessoas que vieram de bairros de barracas e das ex-colónias portuguesas.
A maior parte do património habitacional que é hoje gerido pela Câmara Municipal de Lisboa e pelo IHRU, encontra-se num mau estado de conservação.
Os bairros da freguesia Marvila, não são hoje, bairros de habitação social, como foram no passado.
Por exemplo, no Bairro dos Lóios e no Bairro das Amendoeiras, existe habitação social integrada em prédios que são constituídos por condomínios próprios, uma vez que as respectivas habitações, foram vendidas ao longo dos anos pelo Estado ( IGAPHE e IHRU) aos
moradores.
No caso concreto do Bairro da Flamenga, existe um misto de prédios que são da Câmara Municipal de Lisboa e de prédios onde vivem particulares.
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ResponderEliminarDurante a presidência de Nuno Krus Abecassis ( CDS-PP) na Câmara Municipal de Lisboa, entre 1980 e 1990, houve casos de pessoas que foram alojadas em fogos de habitação social, quer do Fundo de Fomento da Habitação, quer da Câmara Municipal de Lisboa, com cunhas do CDS-PP.
ResponderEliminarAlgumas dessas mesmas pessoas, foram alojadas em fogos de habitação social localizados na altura, na então Zona N2 de Chelas ( Actualmente, Bairro dos Lóios), em Marvila.
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