Por uma política de habitação justa por parte do IHRU e da gestão municipal



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Ana Pinho é a nova secretária de Estado da Habitação

Nova secretária de Estado da Habitação foi consultora da Câmara de Lisboa entre 2010 e 2015.

Ana Pinho, que até agora trabalhava no escritório de Augusto Mateus & Associados, vai ser a nova secretária de Estado da Habitação, soube o Negócios.

Licenciada em arquitectura e doutorada em planeamento urbanístico, Ana Pinho passou pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil entre 2001 e 2012.


(...)

"Jornal de Negócios", 13 de Julho de 2017

6 comentários:

  1. O Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, que nunca pretendeu resolver os problemas dos moradores dos fogos de habitação social do IHRU e que nunca tomou nenhuma decisão sobre o respectivo assunto, vai agora, passar a batata quente para a Nova Secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho.

    O Governo do Partido Socialista, apenas se preocupa com a sua campanha política, que consiste em manter-se no Governo, através de uma governação baseada na falsa austeridade, desprezo pelos cidadãos, propaganda política e acordos de conveniência com o PCP e com o Bloco de Esquerda.

    Não se pode esperar grande coisa da classe política em Portugal. Vamos a ver se a nova Secretária de Estado da Habitação, terá o discernimento de demitir a direcção do IHRU, presidida por Vitor Reis, facto que nunca se verificou com o actual Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, inadmissivelmente.

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  2. Esta, foi mais uma nomeação ao estilo dos partidos políticos do arco da Governação:

    A atribuição de mais um "tacho" a mais uma pessoa próxima do círculo de "amizades" do Primeiro Ministro, António Costa, na lógica de cunhas para os "amigos".

    O desprezo pelos mais elementares direitos dos cidadãos, continua e os seus verdadeiros problemas, continuam a não ter solução, sendo que os políticos, são precisamente eleitos para resolverem os problemas de quem os elege, o que não se verifica em termos práticos, em Portugal.

    Os moradores dos fogos de habitação social em Portugal, continuam a não ter uma verdadeira solução para os seus problemas, e a única coisa que conhecem é o desprezo da classe política pelos seus direitos habitacionais, tal como se tem verificado até ao presente momento com o Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.

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  3. É sempre o mesmo:

    Apresentam currículos disto e currículos daquilo e depois, no desempenho de cargos políticos, quando têm de tomar decisões, somente provam que não estão à altura do cargo que desempenham.

    A classe política em Portugal, não conhece verdadeiramente o país real. Somente conhecem o país dos círculos de determinados interesses que lhes permite obterem tachos na política e na administração pública.

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  4. A propósito da criação da Secretaria de Estado da Habitação, o primeiro ministro António Costa, não teve uma única palavra de referência para com a habitação social em Portugal.

    Apenas, limitou-se a fazer referência à necessidade de existir uma política de habitação acessível para a classe média em Portugal.

    Ora, não é admissível que se crie uma secretaria de Estado da habitação, somente a pensar na classe média. A habitação social, faz parte da habitação em Portugal e merece mais consideração e respeito por parte da classe política, facto que não se tem verificado até presentemente.

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  5. A falta de democracia no PS, a par do que se verifica em todos os partidos políticos, caracteriza-se ( Entre outros aspectos) pelo facto de que, cada vez que os respectivos deputados na Assembleia da República, pretenderem produzir legislação própria, em conformidade com os seus poderes constitucionalmente definidos, em primeiro lugar, têm de seguir as indicações da direcção do respectivo político, em desrespeito pelo princípio da representatividade e em desrespeito pelos cidadãos que elegeram os mesmos deputados.

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  6. Existem deputados na Assembleia da República, sobretudo do PS e do PSD, mas, também dos outros partidos políticos, que vão ao Parlamento somente marcar presença, sendo pouco úteis ao país e aos cidadãos,em geral, que os elegeram.

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