Por uma política de habitação justa por parte do IHRU e da gestão municipal



terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Vigília contra aumento "brutal" de rendas em Guimarães

Cerca de 200 moradores dos bairros do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana em Guimarães concentraram-se, este sábado, numa vigília contra os aumentos "brutais" nas rendas, prometendo recorrer à via judicial para "travar" o que chamam de "roubo".

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação de Moradores dos bairros da Nossa Sr.ª da Conceição, Atouguia, Feijoeira, S. Gonçalo e Gondar, Carlos Oliveira, explicou que os moradores aceitam que haja aumentos, mas que a subida que o instituto (IHRU) quer impor é "insuportável" para os moradores.
Em alguns casos os aumentos "atingem os 8.000%", segundo Carlos Oliveira.

"Esta vigília vem na sequência da luta que vimos a fazer desde há dois anos, quando fomos surpreendidos por estes aumentos brutais. Dissemos sempre que estamos de acordo com aumentos de rendas, que eram baixas, mas não passar para rendas que agora são de 19 euros para 390.14 euros", disse.

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Moradores de bairros do IHRU no Porto manifestam-se contra o aumento das rendas

Porto, 17 fev (Lusa) - Cerca de uma centena de moradores em bairros sociais no Porto manifestaram-se em frente ao edifício do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) contra "os aumentos abruptos das rendas e contra a falta de condições nas casas".
Representantes dos moradores foram recebidos no instituto, onde entregaram uma moção na qual "os moradores dos bairros sociais do IRHU exigem que as rendas sejam adequadas aos rendimentos das famílias, que sejam aplicadas de forma gradual, e ainda, que sejam concretizadas as obras de melhoramento das habitações".
António Pereira, líder da comissão de protesto, explicou que "existem casos de aumentos de renda bastante violentos e que chegam a atingir os 1.000%".
Expresso Online, 17 de Fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Aumento de rendas de bairros do IHRU no Porto preocupa câmara

Porto, 04 fev (Lusa) -- A Câmara do Porto aprovou hoje manifestar preocupação junto do Ministério do Ambiente e do presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) com o aumento das rendas em bairros da cidade.

A proposta foi apresentada pelo vereador da CDU na Câmara do Porto, Pedro Carvalho, e contou com a abstenção dos três vereadores do PSD.

A moção refere que os moradores dos oito bairros que o IHRU tem na cidade receberam em janeiro cartas com o valor dos aumentos e seu escalonamento no tempo, adiantando que "muitos dos aumentos verificados são de grandeza superior" ao valor médio da renda anunciada, que passa "em termos médios dos 27,5 euros mensais para 67 euros".

A preocupação da câmara prende-se com "o impacto social do aumento das rendas nos bairros do IHRU, num contexto continuado de agravamento da situação social e de redução do rendimento disponível às famílias, com particular incidência na cidade do Porto".
A moção destaca ainda a "necessidade de reabilitação dos bairros do IHRU na cidade", nomeadamente o bairro Ramalde do Meio.

O executivo aprovou ainda a proposta da CDU que recomenda à câmara proceder à requalificação e reparação do pavimento e passeios do início da rua de Requesende, que faz cruzamento com a rua Ramalde do Meio.




PORTO CANAL, 4 de Fevereiro de 2014

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Assembleia da República não aprovou suspensão da lei das rendas


A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira um projecto de resolução conjunto do PSD e do CDS que recomenda ao Governo a revisão com a maior celeridade, da lei de actualização das rendas sociais.

Recorde-se que o Parlamento discutiu hoje uma petição de moradores dos bairros do IHRU de Guimarães que pretendiam a suspensão da referida legislação.

Dos projectos de resolução apresentados, pelo PCP e Bloco de Esquerda e que propunham precisamente a suspensão da referida lei foram chumbados.

" Guimarães Digital", 24 de Janeiro de 2014

Parlamento recomenda ao Governo revisão do regime de renda apoiada

O Parlamento aprovou, este sexta-feira, três projectos de resolução, apresentados pelo PSD, pelo CDS-PP e pelo PS, com recomendações ao Governo sobre a reavaliação do actual regime de renda apoiada.


O projecto de resolução do PSD foi aprovado com abstenção do PS e do PCP e os votos favoráveis dos restantes partidos e "proceda à reavaliação do actual regime de renda apoiada, aplicável a nível nacional, segundo princípios de igualdade, justiça social e sustentabilidade".

O PSD propõe ainda ao Governo que essa reavaliação "preveja, nos casos em que a aplicação do regime de renda apoiada se traduziu em aumentos substanciais para as famílias, a existência de um mecanismo de aplicação gradual".

O projecto do CDS-PP obteve os votos contra do PS e a abstenção do PCP e recomenda que se "proceda à reavaliação do actual regime de renda apoiada, adoptando critérios de maior sensibilidade social e à consequente suspensão da aplicação deste regime a outros bairros sociais".

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"Jornal de Notícias", 24 de Janeiro de 2014

"Ionline", 24 de Janeiro de 2014 

"Notícias ao Minuto", 24 de Janeiro de 2014