Por uma política de habitação justa por parte do IHRU e da gestão municipal



sábado, 31 de maio de 2014

IHRU interpõe acções judiciais contra os moradores do Bairro da Nossa Senhora da Conceição


O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) apresentou, recentemente, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, uma acção judicial contra os moradores dos fogos de habitação social do Bairro da Nossa Senhora da Conceição, localizado em Guimarães.
A respectiva acção judicial, é assim, uma resposta do IHRU às acções judiciais ( Acção Principal e Providência Cautelar) interpostas há cerca de 15 dias, pelos mesmos moradores no referido Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, contra a aplicação da renda apoiada pelo IHRU, desde o dia 1 de Maio de 2014.

A par do que se tem verificado em todos os bairros de habitação social do IHRU, o referido Instituto, encontra-se assim, a exercer no Bairro da Nossa Senhora da Conceição, a intimidação sobre os seus moradores, ( com uma idade avançada e com fracos recursos económicos) como forma de os pressionar a efectuar o pagamento dos valores exorbitantes e incomportáveis de renda apoiada, do qual, ainda não existe uma decisão proferida pelo respectivo Tribunal, em sede da respectiva Providência Cautelar e acção principal que decorre no mesmo Tribunal.

O IHRU, continua assim, a sua política anti-social de gestão de fogos de habitação social, com uma preocupação meramente economicista, perseguindo e intimidando os respectivos moradores que contestaram em Tribunal, a aplicação da renda apoiada pelo mesmo IHRU, utilizando, para tal, todos os métodos possíveis que se encontram ao seu alcance.



Ver notificação enviada pelo Tribunal aos moradores


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Moradores de Guimarães apresentam acção judicial contra a aplicação da renda apoiada pelo IHRU


Deu entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, uma acção judicial interposta pelos moradores dos fogos de habitação social do Bairro de Senhora da Conceição, localizado em Guimarães, com o objectivo de anular a aplicação da renda apoiada pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana ( IHRU) no mesmo Bairro.

A respectiva acção principal, pretende provar que a substituição dos actuais contratos de arrendamento social dos moradores do mesmo Bairro da Senhora da Conceição para contratos de renda apoiada, praticada pelo IHRU, desde o dia 1 de Maio de 2013, é ilegal.

Além do Bairro da Senhora da Conceição, estão previstas, a interposição de novas acções judiciais contra a aplicação da renda apoiada pelo IHRU, em outros bairros sociais pertencentes ao mesmo Instituto, em Guimarães. Decorrem igualmente outras acções judiciais contra a apllicação da renda apoiada pelo IHRU, nos Bairros dos Lóios e Amendoeiras, localizados em Lisboa e no Bairro do Zambujal, localizado na Amadora, bem como em Almada.

O IHRU, tem vindo a aplicar a renda apoiada nos seus cerca de 12 mil fogos de habitação social, espalhados pelo país, por substituição ilegal dos actuais sistemas de arrendamento social. A renda apoiada é um sistema de arrendamento injusto, permitindo valores de renda muito elevados para os agregados familiares dos fogos de habitação social, sendo desfasados da realidade económica e social dos agregados, já comprovado, inclusive pelo anterior Provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, em 2008.

terça-feira, 15 de abril de 2014

IHRU quebra unilateralmente acordos de regularização de dívidas no Bairro dos Lóios

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) enviou, recentemente, cartas dirigidas a alguns inquilinos de fogos de habitação social do Bairro dos Lóios, localizado em Marvila, Lisboa, a quebrar os acordos de regularização de dívidas celebrados anteriormente pelos respectivos moradores.

O IHRU, tem vindo assim, a quebrar unilateralmente acordos de regularização de dívidas que haviam sido concedidos anteriormente a alguns dos seus respectivos moradores que contestam presentemente em Tribunal, a aplicação da renda apoiada pelo IHRU e que os mesmos moradores, vinham a cumprir mensalmente!

A actual direcção do IHRU, presidida por Vitor Reis, continua assim, a exercer a intimidação sobre os seus moradores de fogos de habitação social, de uma forma abusiva e vingativa, como forma de os pressionar a desistir do processo jurídico, que decorre presentemente, no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, contra a aplicação da renda apoiada pelo mesmo IHRU, nos seus fogos de habitação social.

Desde que os moradores de fogos de habitação social do IHRU, decidiram avançar em Tribunal contra a aplicação da renda apoiada pelo mesmo IHRU, que o referido Instituto, tem vindo a utilizar de uma forma vingativa e abusiva, todas as técnicas possíveis sobre os seus moradores (Na sua maior parte, idosos e com fracos recursos financeiros), como forma de exercer a intimidação e a coacção sobre os mesmos, exercendo assim,  o “terrorismo social” sobre os respectivos moradores.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Moradores de bairros sociais de Guimarães e Porto contestam aumentos

Os moradores de três bairros sociais de Guimarães e do Porto manifestaram-se esta segunda-feira contra a atualização do valor das rendas e a degradação dos prédios onde moram. Queixam-se de aumentos dez vezes superiores ao valor atual da renda. A concentração aconteceu diante da delegação do Porto do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana.
 
RTP, 7 de Abril de 2014

sábado, 5 de abril de 2014

Rendas Concentração contra aumento das rendas nos bairros sociais

Cerca de sessenta pessoas concentraram-se hoje em frente à Assembleia da República, em Lisboa, em protesto contra o aumento "brutal" das rendas nos bairros sociais.

Gritando palavras de ordem como "todo o cidadão tem direito à habitação", "aumentos não" ou "obras sim, aumentos não" e empunhando cartazes em que se podia ler frases como "se pago renda não como" ou "contra o aumento das rendas e suspensão dos despejos", os participantes começaram a reunir-se junto às escadarias, debaixo de chuva, pelas 14:30.


Referindo que os aumentos resultantes da nova lei das rendas "estão a ser brutais", a presidente do Instituto de Apoio aos Bairros Sociais (IBS), Daniela Serralha, promotora do protesto, destacou que a maior parte dos manifestantes "são reformados", que "trabalharam toda a vida e hoje se veem com reformas baixíssimas, de 300 euros, e com aumentos também na casa dos 300 euros".


" Noticias ao Minuto", 4 de Abril de 2014

"Ionline", 4 de Abril de 2014