Foi aprovada, no dia 24 de Setembro de 2018, na Assembleia Municipal de Guimarães, uma recomendação à Câmara Municipal da mesma cidade, que interfira perante o
IHRU para a requalificação do Bairro Emboladoura em Gondar (Guimarães) e para a
conclusão das obras do Bairro de São Gonçalo, igualmente, em Guimarães.
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Bloco de Esquerda de Guimarães
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
" Os Verdes ” questionam Governo sobre a ausência de obras por parte do IHRU no Bairro dos Lóios
O Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “ Os Verdes”, entregou, no dia 12 de Setembro de 2018, na Assembleia da República, uma pergunta, através do qual, questionam o Ministério do Ambiente, sobre a ausência de obras por parte do IHRU no Bairro dos Lóios.
Exmo Sr. Presidente da Assembleia da República
“ Chegou ao conhecimento do Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “ Os verdes”, informação por parte da Comissão de Inquilinos do Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do Estado ( IGAPHE) no Bairro dos Lóios sobre a falta de realização de obras nos fogos de habitação social desse bairro, localizado na freguesia de Marvila, em Lisboa.”
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Deputada do PCP pede ao Governo medidas excepcionais para as dívidas de moradores de bairros do IHRU
A deputada do PCP, Carla Cruz, valorizou a disponibilidade do Governo
para a negociação da dívida dos moradores do Instituto da Habitação e
da Reabilitação Urbana (IHRU), em Guimarães, mas exige "medidas
excepcionais" para uma justa regularização de situações de
incumprimento.
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" Guimarães Digital", 29 de Agosto de 2018
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" Guimarães Digital", 29 de Agosto de 2018
domingo, 26 de agosto de 2018
Governo admite negociar dívidas de moradores de bairros do IHRU
Mais de 200 habitantes dos cinco bairros do Instituto da Habitação no
concelho recusaram até hoje pagar os aumentos das rendas decretados em
2014, tendo recebido ameaças de despejo em Abril último.
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PÚBLICO, 24 de Agosto de 2018
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PÚBLICO, 24 de Agosto de 2018
domingo, 12 de agosto de 2018
Contratos de dez anos alarmam moradores dos bairros sociais de Lisboa
Vários moradores de bairros sociais de Lisboa estão a ser confrontados com contratos de arrendamento com duração fixa de dez anos.
Os inquilinos foram apanhados de surpresa, uma vez que a grande maioria
foi realojada sem nunca ter celebrado um contrato escrito, e muito
menos com um prazo fixo. A empresa responsável pela gestão da habitação
social, Gebalis, assegurou que apenas está a cumprir a lei e que os moradores não vão perder os seus direitos.
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" Idealista", 9 de Agosto de 2018
" Jornal de Negócios", 9 de Agosto de 2018
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" Idealista", 9 de Agosto de 2018
" Jornal de Negócios", 9 de Agosto de 2018
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Parlamento pede soluções "excecionais" para situações de incumprimento nos bairros sociais
PCP e BE responsabilizam o anterior Governo PSD/CDS-PP por ter introduzido alterações na legislação que conduziram a “aumentos brutais” do valor de renda de contratos de habitações de propriedade da Administração Central.
O parlamento aprovou esta sexta-feira recomendações do BE e do PCP que pedem ao Governo que adote medidas excecionais que possibilitem aos moradores em situação de incumprimento nos bairros sociais regularizarem a sua situação.
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TVI 24, 29 de Junho de 2018
sábado, 23 de junho de 2018
Audição da presidente do IHRU na Assembleia da República
No seguimento do que se verificava com o anterior presidente do IHRU, Victor Reis, a actual presidente do mesmo Instituto, apresentou um conjunto de argumentos contraditórios,
na sua defesa sobre a renda apoiada e as suas injustiças, bem como sobre a péssima e irresponsável gestão do parque habitacional do IHRU, baseados na continuidade da perspectiva economicista na habitação social, continuando desvirtuar, a função social dos seus fogos, que foram construídos com verbas públicas para os devidos efeitos.
A presidente do IHRU, escondeu no parlamento que os processos do IHRU que decorrem em Tribunal contra os moradores, visam o despejo dos mesmos moradores, bem como escondeu, igualmente, que o IHRU não efectua obras em casas dos inquilinos que não se encontram a pagar os valores elevados e incomportáveis de renda apoiada que o IHRU pretende em fogos de habitação social, numa estratégia ilegal, intimidatória, de chantagem e de prepotência sobre os respectivos moradores.
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