Por uma política de habitação justa por parte do IHRU e da gestão municipal



domingo, 26 de agosto de 2018

Governo admite negociar dívidas de moradores de bairros do IHRU

Mais de 200 habitantes dos cinco bairros do Instituto da Habitação no concelho recusaram até hoje pagar os aumentos das rendas decretados em 2014, tendo recebido ameaças de despejo em Abril último.

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PÚBLICO, 24 de Agosto de 2018

domingo, 12 de agosto de 2018

Contratos de dez anos alarmam moradores dos bairros sociais de Lisboa

Vários moradores de bairros sociais de Lisboa estão a ser confrontados com contratos de arrendamento com duração fixa de dez anos. Os inquilinos foram apanhados de surpresa, uma vez que a grande maioria foi realojada sem nunca ter celebrado um contrato escrito, e muito menos com um prazo fixo. A empresa responsável pela gestão da habitação social, Gebalis, assegurou que apenas está a cumprir a lei e que os moradores não vão perder os seus direitos.

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" Idealista", 9 de Agosto de 2018 

" Jornal de Negócios",  9 de Agosto de 2018

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Parlamento pede soluções "excecionais" para situações de incumprimento nos bairros sociais

PCP e BE responsabilizam o anterior Governo PSD/CDS-PP por ter introduzido alterações na legislação que conduziram a “aumentos brutais” do valor de renda de contratos de habitações de propriedade da Administração Central.

 

O parlamento aprovou esta sexta-feira recomendações do BE e do PCP que pedem ao Governo que adote medidas excecionais que possibilitem aos moradores em situação de incumprimento nos bairros sociais regularizarem a sua situação.

 

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 TVI 24, 29 de Junho de 2018 

sábado, 23 de junho de 2018

Audição da presidente do IHRU na Assembleia da República


A presidente do IHRU, Alexandra Gesta, esteve presente na Assembleia da República, no dia 20 de Junho de 2018, para responder, na respectiva Comissão Parlamentar, sobre os problemas relaccionados com a gestão habitacional do IHRU.

No seguimento do que se verificava com o anterior presidente do IHRU, Victor Reis, a actual presidente do mesmo Instituto, apresentou um conjunto de argumentos contraditórios, 

na sua defesa sobre a renda apoiada e as suas injustiças, bem como sobre a péssima e irresponsável gestão do parque habitacional do IHRU, baseados na continuidade da perspectiva economicista na habitação social, continuando desvirtuar, a função social dos seus fogos, que foram construídos com verbas públicas para os devidos efeitos.

A presidente do IHRU, escondeu no parlamento que os processos do IHRU que decorrem em Tribunal contra os moradores, visam o despejo dos mesmos moradores, bem como escondeu, igualmente, que o IHRU não efectua obras em casas dos inquilinos que não se encontram a pagar os valores elevados e incomportáveis de renda apoiada que o IHRU pretende em fogos de habitação social, numa estratégia ilegal, intimidatória, de chantagem e de prepotência sobre os respectivos moradores.



Exposição e queixa apresentada pela Comissão de Moradores do Bairro dos Lóios à Câmara de Lisboa devido à falta de realização de obras por parte do IHRU

Exposição e Queixa apresentada pela Comissão de Moradores do Bairro dos Lóios à Unidade de Coordenação Territorial da Câmara Municipal de Lisboa, no dia 18 de Junho de 2018, efectuando uma exposição e queixa relativamente à falta de realização de obras por parte da gestão do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, (IHRU).

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terça-feira, 29 de maio de 2018

Pobreza e má habitação: duas faces da mesma moeda

As pessoas mais pobres são também aquelas que têm piores condições de habitação. As famílias em risco de pobreza têm uma taxa de sobrelotação da habitação mais de duas vezes acima daquelas que não estão em risco de pobreza. Da mesma forma, as famílias com crianças dependentes, tipicamente com maiores índices de pobreza, apresentam uma taxa de sobrelotação da habitação cinco vezes superior às famílias sem crianças a cargo.

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Artigo de Opinião

Esquerda.net, 28 de Maio de 2018

segunda-feira, 14 de maio de 2018

A precariedade e a luta contra os aumentos coabitam nos bairros do IHRU

Construídos há cerca de 40 anos, os bairros de Gondar e de S. Gonçalo quase não sofreram obras de melhoramento até hoje. No primeiro caso, a degradação é visível e encerra potenciais riscos para a saúde pública. Além disso, os moradores continuam com um processo em tribunal contra o IHRU, em virtude dos aumentos das rendas.

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PÚBLICO, 13 de Maio de 2018