No seguimento do que se verificava com o anterior presidente do IHRU, Victor Reis, a actual presidente do mesmo Instituto, apresentou um conjunto de argumentos contraditórios,
na sua defesa sobre a renda apoiada e as suas injustiças, bem como sobre a péssima e irresponsável gestão do parque habitacional do IHRU, baseados na continuidade da perspectiva economicista na habitação social, continuando desvirtuar, a função social dos seus fogos, que foram construídos com verbas públicas para os devidos efeitos.
A presidente do IHRU, escondeu no parlamento que os processos do IHRU que decorrem em Tribunal contra os moradores, visam o despejo dos mesmos moradores, bem como escondeu, igualmente, que o IHRU não efectua obras em casas dos inquilinos que não se encontram a pagar os valores elevados e incomportáveis de renda apoiada que o IHRU pretende em fogos de habitação social, numa estratégia ilegal, intimidatória, de chantagem e de prepotência sobre os respectivos moradores.
